Às14h, haverá outra manifestação, no Ministério da Economia, de onde despacha Paulo Guedes.
Em mobilização nesta terça-feira, 18, por reajuste salarial, servidores do Banco Central paralisaram as atividades nesta manhã desta terça-feira, 18, por duas horas para pressionar o governo a considerar suas pautas.
Os atos têm caráter de alerta e são considerados determinantes para avaliar a resposta do governo e os próximos passos que podem incluir uma greve do funcionalismo público.
Os atos foram inicialmente convocados pelo Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), que reúne grupos com forte poder de pressão, como auditores fiscais, diplomatas, entre outros.
De acordo com o presidente do Sinal (Sindicato Nacional dos Servidores do Banco Central), Fábio Faiad, 50% dos funcionários do órgão cruzaram os braços entre 10h e 12h. Parte deles participaram de um ato que reuniu aproximadamente 200 pessoas em frente à sede do órgão em Brasília. Outros 500 realizaram uma mobilização por meio de videoconferência.
Parte deles participaram de um ato que reuniu aproximadamente 200 pessoas em frente à sede do órgão em Brasília. Outros 500 realizaram uma mobilização por meio de videoconferência.
Além de funcionários do banco, servidores de categorias como do legislativo e do judiciário também protestaram em frente ao órgão.
Mais tarde, às 14h, haverá outra manifestação, no Ministério da Economia, de onde despacha Paulo Guedes.
Fonte: Agência Brasil