Francisco Aroldo, economista.
Foi dia 11 de agosto de 2017, no Fórum de Governadores da Amazônia Legal que saiu assinado e lavrado por Pedro Taques (PSDB) e os governadores Tião Viana (Acre), David Almeida (Amazonas), Simão Jatene (Pará) – representado pelo secretário de Meio Ambiente Luiz Fernando Rocha – Carlos Brandão, (vice-governador do Maranhão), Confúcio Moura (Rondônia), Marcelo Miranda (Tocantins), Papaléo Paes (vice-governador do Amapá) e Maria Suely Silva Campos (representada por Rogério Martins Campos) o documento que deu origem a criação de uma associação pública que reúne os interesses .
É Isso mesmo, as bases jurídicas da Amazônia Legal com nove (09) estados brasileiros já está em pleno vigor desde março desse ano (2018).
Esse é realmente um mecanismo estratégico de planejamento e gestão de planos e projetos em conjunto. Mas também é uma ferramenta de consolidação politica em escala regional jamais visto no Brasil.
Entenda bem. São dois consórcios de Estados da Federação criados entre 2015 e 2017 com um emaranhado de reuniões e o devido convencimento nas Assembleias Legislativas, com pareceres e estudos jurídicos formando um novo cenário para a próxima década.
Temos agora o Consórcio Brasil Central que foi criado com o objetivo de fomentar o crescimento individual e regional com base na cooperação entre os chefes dos Executivos locais e também esse consórcio Amazônico.
Registro aqui que o novo consórcio Amazônico nasceu como um mercado produtor e consumidor com mais de 35 milhões de habitantes (contribuintes) e que registra mais de 51% do território nacional.
Muito inteligente e produtivo esses consórcios públicos.
Mais um contorno nesse Brasil novo.
Francisco Aroldo
Economista